Tranquilo porém, pois antes perturbada
Noites em claro, sem ter-te amada
Lágrimas em lagos, que insistiam em vir
Antes em cada noite, a espera desse sono
A vida era um açoite, e minha última alegria
Esperar o fim, pois minha cama não ardia
Mas mesmo assim, nada era mais como um sonho
Eis que por fim surge
Em carne, osso e sentimento
Um motivo e me deixa imune
De todo e qualquer tormento
Um sorriso teu exposto
Mais belo que qualquer estrela no céu
Um lindo e perfeito rosto
E na tua boca, no teu beijo o gosto do mel
Em cada oração, jogo as mãos para este céu
E agradeço não em vão, o acaso de ter-te
E peço o que eu sempre gostaria
De sempre poder estar com você
A cama passa a ser meu último desespero
Pois meu primeiro é perder-te
Mas sei que no fim te protegerei
E para você juro, sempre amar-te-ei
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